Mato Grosso produz tanta energia. Por que a conta de luz continua alta?

Mato Grosso produz tanta energia. Por que a conta de luz continua alta?

Mato Grosso possui hidrelétricas, pequenas centrais, usinas termelétricas e mais de 239 mil empreendimentos de micro e minigeração distribuída. Somadas, essas fontes representam aproximadamente 7,43 mil megawatts de potência instalada no estado.

Os dados são das bases da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), atualizadas em agosto de 2026. A capacidade é dividida entre geração centralizada, com 4,25 mil megawatts, e geração distribuída, com 3,18 mil megawatts.

Mesmo com essa capacidade, produzir energia não significa que a conta dos consumidores locais será automaticamente mais barata. A tarifa reúne custos de geração, transmissão, distribuição, encargos e tributos.

A geração compartilhada permite que parte da produção renovável seja transformada em economia para uma unidade específica. Por meio da Kolmeia Energia, consumidores residenciais e empresariais podem receber créditos e economizar até 20%, conforme o perfil de consumo, sem instalar placas ou comprar equipamentos.

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Potência instalada não é energia disponível o tempo todo

Entre as usinas centralizadas de Mato Grosso, as fontes hídricas representam aproximadamente 3,14 mil megawatts, ou 74% da capacidade. Esse grupo inclui grandes hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e centrais geradoras.

Na geração distribuída, a fonte solar responde por mais de 3,15 mil megawatts, cerca de 99% da potência instalada nessa modalidade. É uma participação expressiva, mas concentrada no período em que existe radiação solar.

Durante o dia, as placas ajudam a reduzir a quantidade de energia retirada da rede. No começo da noite, a geração solar diminui, enquanto residências, comércios e indústrias podem continuar consumindo em níveis elevados.

A Empresa de Pesquisa Energética identificou que uma das condições mais críticas para Mato Grosso ocorre durante a carga máxima noturna no período seco. O estudo aponta limitações em eixos de transmissão responsáveis pela entrada e saída de energia do estado.

Isso demonstra que possuir usinas não é suficiente. A energia precisa ser transportada até os pontos de consumo, e Mato Grosso faz parte do Sistema Interligado Nacional. A eletricidade produzida no estado entra em uma rede conectada, na qual diferentes regiões trocam energia conforme a geração e a demanda.

O que o consumidor paga na conta?

A fatura não cobra somente a energia produzida. Ela também reúne os custos da estrutura necessária para transportar e entregar a eletricidade em cada imóvel.

Entre os componentes estão a geração, a transmissão, a distribuição, os encargos setoriais e os tributos. A contribuição para iluminação pública é definida pelo município e também pode aparecer na cobrança.

As bandeiras tarifárias acrescentam outro custo. Em agosto de 2026, a bandeira é amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. A Aneel justificou a medida pelas condições menos favoráveis de geração durante o período seco.

Por isso, ter uma hidrelétrica próxima não significa pagar menos. Para que a geração renovável produza uma economia individual, a unidade precisa estar vinculada a um modelo de compensação previsto pela regulamentação.

Como a geração compartilhada reduz custos?

Na geração compartilhada, o consumidor adere a uma cooperativa vinculada a usinas renováveis. A energia produzida é injetada na rede e transformada em créditos destinados às unidades participantes.

O cooperado não recebe eletricidade por um fio separado. A distribuidora continua responsável pela entrega da energia, pela leitura do medidor, pela manutenção da rede e pelo atendimento em casos de interrupção.

A economia ocorre na parcela compensada pelos créditos gerados pela cooperativa. Permanecem as cobranças obrigatórias, como disponibilidade da rede, tributos e iluminação pública.

Na Kolmeia Energia, o processo começa com a análise do histórico de consumo. A equipe verifica a fatura, calcula a quantidade de energia adequada para a unidade e apresenta uma estimativa individual de economia antes da adesão.

Não é necessário instalar placas solares, realizar obras, comprar equipamentos ou reduzir o uso dos aparelhos. A economia resulta da participação na geração compartilhada e da compensação dos créditos.

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Fontes: Sistema de Informações de Geração da Aneel, base de Micro e Minigeração Distribuída da Aneel e Empresa de Pesquisa Energética.

Assessoria de Imprensa | kolmeia energia
Isabella Martins
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Kolmeia Energia

kolmeia é uma empresa de gestão e conexão com geração distribuída de energia.

Conforme estabelecido pela ANEEL – Sistema de Compensação de Energia Elétrica de que trata a Lei nº 14.300/2022, bem como a Resolução Normativa nº 1.000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL (“Resolução 1.000/2021”), conforme alterada pela Resolução Normativa nº 1.059/2023 da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL (“Resolução 1.059/2023” )

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